quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tenho vindo a mastigar alguns pensamentos que em dias como o de hoje me dão força para acreditar.
EU TENHO ORGULHO EM SER PORTUGUESA!Tenho mesmo. Um país que tem potencialidade de crescer, desenvolver...Um país que conquistou o mundo mas que não o soube manter.
Hoje temos gente que tem força, garra, determinação para tornar este país, num país das maravilhas, como fez a Alice!
Acredito que quando perdermos a vergonha de dizer em que é que somos bons, e o que sabemos fazer realmente, vamos mesmo avançar. Hoje temos gente que se aventura pelo mundo e que volta para Portugal na esperança de colocar o país na rota do mundo!
O que nos falta?
AFIRMAÇÃO. Crescemos sob uma nuvenzinha que nos impediu e ainda impede de vingarmos. Fomos e somos descobridores, não somos subsidio-dependentes. Somos povo que canta as suas mágoas, não somos apregoadores. Somos um povo com alegria de viver neste Portugal que tanto maravilha os olhos de quem o visita.
Não são os de fora que nos dizem o que temos de bom, SOMOS NÓS QUE VAMOS E TEMOS QUE MOSTRAR O QUE TEMOS E O QUE VALEMOS.
VAMOS MERGULHAR NO NOSSO PAÍS, EM CADA UM DE NÓS E RECONHECER AS COMPETÊNCIAS QUE ELE TEM E QUE CADA UM DE NÓS POSSUI.
Não existe ninguém melhor que nós mesmo para saber dizer o que somos e o que valemos.
Por mim, por Portugal, por um mundo melhor...ACREDITA e acreditar é IMPLEMENTAR!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Hoje nem sei bem enumerar as emoções que vou sentindo.

O ambiente está saturado, ninguém ri...o tom de voz é como se de um sussurro se tratasse. Não sei bem como me sinto.

Vejo gente a entrar sabendo que foram chamados para sair. Não é bom, não é agradável. São anos de convivência, tempos de partilha...que vão desaparecer...

Ficam as memórias, as lembranças, os sorrisos e choros gravados em mim..gravados em nós

A todos vocês que não escolheram conscientemente
Um grande abraço e o meu melhor sorriso!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Humanidade Activada

O cair da tarde já se avizinhava. Um fim de tarde frio em que a vontade de ficar por casa a saborear um Cabeça de Burro se apoderou de Júlia. Gostava de fins de tarde assim…sombrios, frios, em que as meias grossas e a roupa confortável eram o que mais queria. Sentia-se relaxada ao entrar naquele T1 em que o som da água do mar era a banda sonora. Um fim de tarde em que os pensamentos voam, a alma entrega-se e Júlia cresce.
Como era possível ter tomado nota de tantos pensamentos tidos em tantos anos? Olhando para a sua mesa redonda de madeira maciça, contava os cadernos A5 que lá se encontravam. Todos da mesma cor, espalhados pela mesa que se tornaria ao longo daqueles 3 anos a sua companheira.
Sabia que todas as palavras neles escritos traduziam as suas emoções. Eram pensamentos em muitos finais de tarde como aquele que vivia…Hoje resolveu não pegar na esferográfica. Sentada ao pé da vidraça folheia os cadernos, relendo os momentos que viveu. Um por um foram revividos. Júlia satisfazia a sua essência deliciando-se com a clareza com que transmitia as suas emoções. Como poderia ela ter tantas dissertações a cerca do ser humano? Que angústia carregava? Eram questões que levantava enquanto ía lendo o que tinha escrito. Página a seguir de página, caderno após caderno, Júlia tentava entender porque teria tanta necessidade de ponderar o desenvolvimento do seu ser? Sabia, porque o sentia, que todos os seres humanos viviam as suas experiências com o intuito de se aperfeiçoarem. Acreditava que ninguém era mau por natureza. Acreditava que tudo o que vivia era porque necessitava de aprender e de se aprofundar. Numa das leituras de um dos textos, Júlia questionou a essência da Humanidade. Escrito em 1987, num momento em que o CRER não existia com tanto afinco como nos dias em que vive, Júlia disserta acerca de um sensor energético instalado nas casas. Este pequeno dispositivo tinha a capacidade de emanar a quantidade e o tipo de energia específica para que todos os seres sentissem aquilo que hoje chama de energia Divina. Imaginou e experienciou novamente um mundo em que toda a Humanidade vivia em plena harmonia. Um mundo em que o responder à vida era o mote de cada essência. O que precisava? De activar o sensor em cada casa dado que eles já lá estão.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Como uma estrela

O tempo, assim como eu, é uma invenção do homem. O tempo de hoje não é o mesmo que o de ontem, nem será igual ao de amanhã porque o mundo está em constante movimento. Não sou só eu que estou sempre a mudar de lugar. Tudo muda! Umas vezes por nossa vontade, outras vezes porque assim se conjuga o universo. Responder à vida é o que meu dono diz enquanto eu o levo para onde quer. A vida foi-lhe dando sinais de que uma transformação se avizinhava. O seu desejo de mudar foi aceite e o Benjamim, assim se chama o meu dono, seguiu sem medos a sua mudança. Mudou de casa, de trabalho, deixou de ir sempre ao mesmo café e, no meio de tanta coisa trocada, só eu é que não fui. Estava mesmo contente, continuaria a acompanhar o Benjamim! Enquanto o levava para todos os sítios eu, ao som do meu motor trauteava a velha canção do Roberto Carlos, Calhambeque.

Era assim que me sentia! Passava os meus dias a trautear. Mas hoje…hoje nem sei bem que canção assobiar. O Benjamim, deixou-me no Raul, o meu mecânico e, para além de me desenferrujar as articulações, porque a idade avança e não me mexo da mesma forma, ele resolveu fazer uma estranha mudança...pintou-me a velha carapaça. Do castanho chocolate passei a ser o velho boca de sapo cor de ouro! Acompanhei todas as mudanças do Benjamim e jamais pensei que me tocaria esta transformação! Mudar é sempre difícil, mas uma coisa vos digo, cor de ouro…nunca pensei.

A sensação de que quando passo na rua todos me olham tira-me a vontade de trautear. O Benjamim não me leva à mesma velocidade, parece que faz questão de me mostrar a toda a gente.

Passeando pela Rua das Abelhas, tinha eu três dias de cor de ouro, o Benjamim diz-me que sou de ouro porque nasci para brilhar como as estrelas. Sou eu que o guio, sou o seu companheiro, sou a relíquia que ele guarda com tanto carinho. Ouvindo esta declaração de amizade, jamais poderia sentir-me desolado. Passei a fazer uso do meu brilho e comecei a trautear desde Loca Loca de Shakira, porque assim é a minha vida, a Lady Gaga.

Como me sinto? Fantástico. O Benjamim, que é a vida, ensinou-me aceitar a minha nova carapaça!

domingo, 1 de maio de 2011

Convite

Às vezes dou por mim a pensar num delírio total. Há quem veja este facto como uma doença mental e há quem veja como utopia. Imagino um mundo onde a essência do ser humano é a base comportamental. Nao há desempenhos de papeis...SOMOS O QUE REALMENTE SOMOS! Não há julgamentos, não há bem nem mal, não há bonito nem feio, bom ou mau, preto...ou branco. Um mundo onde nos comportamos verdadeiramente. Sem medos, sem constrangimentos, sem defesas. Consegues imaginar-te a viver neste mundo? Que tal tentar viver neste mundo apenas por 30 aminutos? Consegues ver-te a seres tu mesmo durante meia hora? sentes o cheiro a liberdade nao sentes? Viste-te a ganhar asas nao viste? Vamos ver quanto tempo aguentamos neste mundo?

A partir de amanhã começas por 30 minutos?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A leitura de uma postagem

Como todos os dias, hoje é um dia especial para mim. Porquê? Porque estive a refletir e gostava de partilhar a minha mensagem.

A leitura de um blogue é o tema.

Quando criei o meu blogue, tinha como ideia ter um espaço onde colocasse tudo aquilo que achava interessante, independentemente de concordar ou não com o tema, independentemente de achar bonito ou não.

Sempre coloquei aqui temas que me e nos fizessem refletir. Sem julgamentos, sem intenções, temas que me vão na alma e que me/nos podem fazer crescer.

No entanto, nunca tinha colocado esta questão "Como pensam e o que pensam as pessoas que lêem este grupo/blogue?" independentemente de deixarem comentários escritos ou não.

Escrevo este post porque fui abordada acerca de alguns temas e reparei que por mais que se apele ao não julgamento dos outros, todos o fazemos.

Na sociedade em que estamos, julgar é quase como que um "acto inato", por uma frase que escrevo alguém traça o meu perfil, alguém traça a minha personalidade. Poderia dizer que acho grave mas como fomos todos ensinados socialmente assim, posso entender tal comportamento, mas realmente não me sinto confortável com tal atitude.

Acho que com o desenvolvimento social que o universo atravessa, é hora de realmente fazermo-nos valer do Direito à Liberdade. Sermos livres é agir de acordo com os nossos padrões, pessoais e sociais. Somos seres sociais, precisamos uns dos outros e como eu poderei dizer o que me vai na alma se sei que não vou ser compreendida? Se sei que me vão julgar positivamente e/ou negativamente? LIBERDADE DE EXPRESSÃO, o que eu digo ou escrevo agora não quer dizer que seja o mesmo que daqui a pouco. O universo gira e muda constantemente, logo a minha experiência e ideia também altera. Nunca mudaram de opinião?

Gostava mesmo de viver num mundo em que o bonito/feio, o mau/bom não fizessem parte das características do ser humano. São julgamentos que não ajudam no nosso desenvolvimento, cada um age de acordo com as suas experiências, com as suas convicções e quem sou eu para julgar alguém?

Que tal tentarmos começar a ler a informação e pensarmos sobre ela e não dissertarmos sobre quem a publica?

Grata

(continuo a tentar não julgar)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Por favor, parem de ter pena de mim. Tirem-me da cruz.-- Jesus

ERA DE PEIXES, ERA DE AQUÁRIO

Era de Peixes. Sofrimento, muito sofrimento.

Mas a Era de Peixes acabou. Já não tem que haver sangue. Já não tem que haver pena.

Por favor, parem de ter pena de mim. Tirem-me da cruz.

Hoje, em plena Era de Aquário, estou aqui de braços abertos, vosso irmão e quero ajudar.

Quero ser mais actuante nos vossos dias, nas vossas vidas.

Quero ter um papel activo na força de evolução da Humanidade.

Não quero fazer mais o papel de mártir. Mártir causa pena e eu não quero que tenham pena de mim.

Nem de mim, nem de ninguém.

Quero que construam esta Nova Era com a minha ajuda, cá de cima. Sempre a colaborar para que os Homens levem a sua missão a bom porto. Missão de fazer a experiência da matéria, o viver das emoções e a limpeza de karma.

Quero que saibam que estou aqui para todos.

Mesmo que não me oiçam, nem me vejam, falem comigo. Eu ouvirei.

terça-feira, 29 de março de 2011

Aquilo que dizemos a nós mesmos afecta radicalmente a qualidade das nossas vidas e a nossa habilidade para efectivamente fazer coisas.

Somos o que pensamos. Se o nosso discurso interior é negativo, é porque somos isso: seres pessimistas irradiando energia negativa. Pelo contrário, se o nosso discurso interior é positivo somos seres que criamos e emanamos energia positiva.


O pensamento positivo e o pensamento negativo são sementes. Semeiem ideias e sentimentos positivos nas vossas mentes e recolherás acções positivas.


As pessoas de espírito negativo estão cheias de comentários derrotistas, repetindo-os continuamente. Frases inúteis como estas que se seguem:

  • A minha vida é um desastre;
  • Nunca me acontece nada de bom;
  • Isto só acontece comigo;
  • Arruinei tudo;
  • Nada acontece de positivo comigo;
  • É inútil esforçar-me.
Ainda que tudo vá bem para uma pessoa negativa, esta nunca recebe com positivismo as coisas boas da vida e acaba dizendo:
  • Esta rajada de boa sorte durará pouco;
  • A felicidade não é para sempre;
  • Gostaria que tudo fosse sempre positivo, mas é impossível.
Ao contrário, as pessoas de pensamento positivo, com metas para triunfar e ir em frente, utilizam na vida frases bem diferentes:
  • Vai tudo correr bem;
  • Nada é impossível;
  • Tenho fé que tudo será a meu favor;
  • A boa sorte sempre me acompanha;
  • Temos que ter confiança:
  • Temos que nos esforçar.


E se algo não corre bem, as pessoas de mente positiva não se sentem derrotadas, pelo contrário, os seus discursos são de esperança e dizem:

  • Não há mal que não venha por bem;
  • Temos sempre que ver o lado bom das coisas;
  • Para a próxima vez será melhor;
  • Aconteça o que acontecer é necessário ir em frente.

As pessoas negativas vêem os factos maus como um filme, olham para si mesmas como perdedoras, derrotadas, as vítimas, enquanto as pessoas positivas olham-se como lutadoras, empreendedoras, donas do seu destino, criadoras contínuas do seu próprio filme.

Se por um acaso estás no grupo daqueles que ainda não praticam o pensamento positivo, não tenhas pena de ti, não te deprimas, começa agora, trata de explicar as coisas a ti próprio (a) de uma maneira diferente, com maior optimismo, com maior amor-próprio, com esperança. Mantém conversas positivas contigo mesmo (a) e imediatamente verás a diferença na tua atitude pessoal, nas tuas acções, na tua vida.


P e